As características do mercado, o perfil dos concorrentes, as especificidades do produto: tudo isso é baseado em uma realidade que só a sua empresa possui. Então, por que logo o software que você usa na organização deve ser importado, sendo que foi pensado para outra realidade?

Esse é um grande erro que os empresários ainda cometem, achando que estão levando grande vantagem. Conseguem um bom preço no software, mas sem customização e com inúmeras carências que só um software desenvolvido especificamente para a sua empresa poderia suprir. Veja alguns motivos para adotar um projeto de desenvolvimento de software sob medida para o seu negócio:

Alta customização

Quando a empresa desenvolve seu próprio software, consegue dimensionar as suas prioridades e questões que deverão ser desenvolvidas em um segundo momento. Assim, é possível concentrar esforços no que é urgente, sem desconsiderar aquilo que será importante no futuro. Com um software próprio, consegue-se eliminar as configurações conhecidas como “perfumaria” nos programas-padrão, para investir no que é realmente usado e importante. A possibilidade de customização é muito maior, pois os sistemas são pensados considerando os problemas da empresa, e não em soluções generalistas.

Acesso à informação

Uma empresa contratada para desenvolver um software próprio consegue despender tempo e recursos para entender as necessidades do seu negócio. Ela tem tempo de conversar com gestores, conhecer os processos, entender a ansiedade da diretoria e desenvolver um programa que realmente será útil para aquela realidade.

Essa facilidade dificilmente será encontrada com a contratação de profissionais freelancers, que geralmente têm menos tempo e estrutura para se debruçarem sobre os problemas dos clientes. A segurança e as contrapartidas que uma empresa própria oferece são outras vantagens que contribuem para o sucesso e credibilidade do projeto. Ao final do desenvolvimento você poderá ter a certeza que o seu sistema só existe na sua empresa.

Envolvimento da equipe

Quando uma empresa decide desenvolver seu próprio software, todos os gerentes e chefes de equipe se mobilizam para identificar as melhores formas de deixar a sua área mais eficaz e rentável. Afinal, todos querem que o sistema consiga atender e ajudar nas necessidades de sua área, contribuindo para a geração de melhores resultados. É um momento de envolver as equipes e de esperar melhores soluções para o negócio como um todo.

Economia de recursos

Softwares externos, que são introduzidos na empresa como soluções paliativas, acabam gerando gastos muito maiores com adaptações no sistema ou até mesmo a aquisição de outros softwares complementares. Ao final, o que a empresa consegue formar é um emaranhado de sistemas desarticulados, que não têm “a cara” da empresa e não oferecem nenhum padrão para uso ou garantem a qualidade do atendimento. Aquilo que foi feito para economizar, no final das contas gera mais gastos e dor de cabeça.

Quando a instituição contrata uma empresa que vai assumir o desenvolvimento de seu software, ela está investindo em um negócio que vai garantir vantagens de longo prazo, com muito mais confiabilidade. Além do sistema, a empresa se compromete a treinar as equipes para fazer melhor uso do software, garante assistência técnica com profissionais capacitados e a segurança no cumprimento de contrato no que envolve prazos para execução do projeto e pagamentos.

A implantação de softwares arquitetados sob demanda pode otimizar tarefas, facilitando, por exemplo, a gestão e a rápida tomada de decisões. Em momentos de crise, as Fábricas de Softwares aumentam a capacidade produtiva das empresas de diversos segmentos.

Nosso foco é desenvolver projetos que melhorem a gestão e a integração entre as áreas e, por isso, realizamos um mapeamento completo antes de desenvolver qualquer software.

Com um cotidiano corporativo cada vez mais dependente de tecnologias de automação e integração, diversas empresas têm investido na contratação de Fábricas de Software para o desenvolvimento de soluções personalizadas que atendam por completa as suas necessidades.

Conforme indicam especialistas em tecnologia, a implantação de softwares arquitetados sob demanda pode otimizar tarefas, facilitando, por exemplo, a gestão e a rápida tomada de decisões. E como essas otimizações contribuem consideravelmente para a redução de custos, alguns sistemas e aplicações já são considerados indispensáveis.

Atualmente é possível arquitetar módulos capazes de otimizar desde as tarefas mais básicas até as mais complexas e como resultado, observa-se um aumento significativo da produtividade e eficiência em todos os departamentos, já que, quase sempre, os setores estão interconectados.

É imprescindível, porém, que as empresas estejam atentas à expertise da fábrica de softwares. Isto porque a arquitetura de um sistema sob demanda exige um levantamento criterioso dos processos, além de uma assessoria prévia que determine a viabilidade da ideia a ser transformada em um sistema ou aplicação.

Finalmente, é importante ressaltar que uma fábrica de software pode ser a melhor solução para empresas que não pretendem investir altos custos em um departamento interno. No geral, boa parte do setor fornece pacotes personalizados conforme os objetivos e a disponibilidade de orçamento do contratante.

Fonte: Segs

Soluções tecnológicas em gestão da cadeia de suprimentos oferecem ganhos em produtividade e redução de custos para empresas.

O aprofundamento da crise econômica que atravessa o país tem levado as empresas brasileiras a adotarem medidas para garantir as margens esperadas ou pelo menos mitigar perdas. Estas iniciativas passam muitas vezes por rever custos e processos internos de compras e logística. Uma grande aliada são as soluções tecnológicas em gestão da cadeia de suprimentos, que hoje oferecem a um baixo custo, ganhos potenciais para empresas de diferentes perfis.

Os avanços recentes em hospedagem e em arquitetura de soluções tecnológicas, e a aceitação cada vez maior das empresas às cloud solutions, tem incentivado o surgimento de novos players e gerado novas oportunidades para o mercado de plataformas B2B. Ferramentas que suportam e automatizam os processos de gestão de fornecedores, negociação, aquisição (req-to-order) e monitoramento logístico, geram benefícios ao longo de toda a cadeia.

Atualmente, mesmo com os ERPs, muitas empresas ainda dependem de processos manuais na comunicação com o ambiente externo. A automatização da busca, homologação, negociação e transação com fornecedores aumenta a agilidade, gera visibilidade em tempo real de todos os processos, e ainda melhora o compliance, mitigando riscos. Indicadores de desempenho destas soluções indicam economia potencial no custo operacional da requisição ao pedido de até 50%, além de ganhos no prazo total deste processo, melhora na gestão total de gastos e diminuição de compras spot, ou seja, sem contrato.

Já em logística, gastos com transportes (ou custo frete) podem representar até 50% dos custos referentes aos processos da cadeia de suprimentos. Empresas que utilizam modelos de otimização dinâmica e colaboração tendem a capturar maiores benefícios e se posicionar a frente dos seus competidores. As soluções tecnológicas que oferecem o acompanhamento da operação logística em tempo real e visibilidade do status e do desempenho de pedidos, nota fiscal, transporte e frota, geram aumento da produtividade operacional, melhora do nível de serviço e redução de custos em transporte, armazenagem, seguro e estadias.

Se por um lado o cenário de crise do país gera dificuldades em geral para as empresas, na cadeia de suprimentos, a combinação de redução do desperdício, aumento da eficiência e economia gera impacto direto no bottom line das empresas e as prepara para serem ainda mais competitivas em um momento de retomada do crescimento econômico.

Fonte: TI Especialistas

Este não vai ser um ano fácil para as empresas brasileiras – as condições macroeconômicas continuam desafiadoras, com o último Boletim Focus apontando uma retração de 1,24% no PIB. Em paralelo, temos uma crise hídrica que afeta diretamente nossa capacidade de geração de energia, elevando as tarifas e os custos fixos em todos os setores da economia.

Neste cenário, muitos empresários preferem apertar o cinto e cortar investimentos. Entretanto, a história nos mostra que quem não investe de forma inteligente nos momentos de recessão corre o sério risco de perder competitividade e ficar para trás dos concorrentes quando a economia reagir. A maré ruim há de passar, e quando novas oportunidades de negócios surgirem, as empresas que se mantiveram ágeis vão colher os melhores benefícios. A pergunta é: como realizar investimentos de retorno garantido que impactem a produtividade da sua empresa de forma imediata?

Cada setor tem suas peculiaridades, mas não deve ser surpresa para ninguém que investir em tecnologia é uma das formas mais eficazes de cortar custos e aumentar a produtividade. Isso acontece em especial por causa do ritmo implacável da inovação na indústria de TI, que guiada pela Lei de Moore – que completou 50 anos no último mês de abril – entrega benefícios mensuráveis e impacto positivo nos resultados.

Basicamente, dois grandes pontos são endereçados pela adoção de novas tecnologias, ambos vitais no atual momento do país: o aumento da produtividade por estação de trabalho e a diminuição do consumo de energia elétrica. Um computador de última geração chega a consumir até 50% menos energia do que uma máquina similar com quatro anos de uso. Segundo o instituto de pesquisa Principled Technologies, uma empresa equipada com cinco mil máquinas defasadas chega a perder mais de R$ 1 milhão em quatro anos com gastos desnecessários com energia elétrica. E isso sem contar a economia gerada com a menor necessidade de suporte e manutenção.

Além disso, o maior desempenho de um computador moderno, em comparação com um PC com quatro anos de uso, resulta em uma economia média de mais de seis minutos diários por estação de trabalho. No final de um ano, esse colaborador economizaria 26 horas do seu tempo. Considerando um salário médio de R$2.500,00/mês, este aumento de produtividade pode gerar uma economia adicional de mais R$ 1 milhão.

Existem ainda outros benefícios – quem tem um time de vendas móvel passou a equipar seus colaboradores com tablets, além do tradicional notebook – e estas empresas estão agora percebendo que podem gerar mais valor e diminuir gastos com inventário e licenças de software com a adoção de computadores 2 em 1, que dão ao colaborador o desempenho de um notebook com a versatilidade de um tablet. Com sua popularização e uma consequente queda de preço, esse tipo de equipamento passa a ser uma opção extremamente atraente para os colaboradores externos.

Poderíamos ainda tocar em muitos outros pontos, como a satisfação dos colaboradores, a proteção de dados sensíveis, a modernização das aplicações e sistemas operacionais. No mundo de hoje, onde a computação está no cerne dos negócios e a agilidade determina os vencedores, fica claro que um investimento correto em novas tecnologias pode colocar a sua empresa em uma posição estratégica para surfar pela maré ruim e entrar na onda da retomada do crescimento.

Fonte: Canal Tech

É com grande satisfação que comunicamos o lançamento do nosso novo portal!

O mesmo utiliza as técnicas mais recentes de construção de portais, incluindo a responsividade, que disponibiliza as mesmas páginas em um formato amigável tanto para acesso em computadores quanto em dispositivos móveis como tablets e celulares.

Novo Portal PM 2015

 

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O varejo é caracterizado pelos grandes desafios e pela alta competitividade entre os players, que geram constantes turbulências no mercado. Os consumidores, da noite para o dia, mudam seus hábitos de compra e o marketing das empresas de varejo se desdobra para entender o comportamento dos clientes. Na tentativa de superar barreiras, as empresas vêm buscando ferramentas que lhe tragam respostas criativas.

Nessa constante busca para solucionar seus problemas, a tecnologia da informação desempenhou, e ainda desempenha, papel importante nesse histórico de evolução do varejo.

A tecnologia introduziu facilidades e proporcionou a utilização de novos conceitos de administração de compras, estoques e distribuição. Porém, isso já é considerado passado e não traz mais diferenciação, muito menos gera qualquer tipo de valor para os consumidores. Precisamos de muito mais!

O setor está entrando em sua fase mais revolucionária. Nunca na história os consumidores tiveram tanta tecnologia nas mãos proporcionando facilmente conhecimento sobre produtos e preços praticados pelas lojas. Os grandes players já perceberam a importância de investimento em software para tornar seus modelos de negócios mais revolucionários. Porém, não é qualquer software que proporciona essa revolução. O desenvolvimento de software sob medida, feito especificamente para cada negócio, é uma das formas mais efetivas de inovação em qualquer mercado. E para o varejo não é diferente.

No Brasil, a C&A é um bom exemplo desse cenário de inovação com software sob medida. A empresa conseguiu convergir o mundo real e o online para criar uma moderna experiência de compra. Uma primeira experiência foi feita na loja do Shopping Iguatemi de São Paulo, na qual o Facebook foi integrado aos cabides da loja física. Os likes dados em cada peça no Facebook, são atualizados em tempo real no cabide.

Pensando em proporcionar uma experiência de compra inovadora, a MeMove é a primeira empresa brasileira de fashion retail a adotar o sistema RFID em toda sua cadeia produtiva. Produtos são monitorados desde o fabricante até sua chegada ao centro de distribuição, às lojas e ao consumidor final. Para otimizar o tempo, durante visita à loja, o cliente tem à disposição o sistema de fast check-out: um caixa expresso para pagamento com cartão de débito ou crédito, que lê à distância o preço das roupas. A empresa tem como desafio disponibilizar a tecnologia, tanto a serviço da loja quanto de seus consumidores, para abrir inúmeras possibilidades de interação do público com o ponto de venda.

Esses são alguns exemplos de como o investimento em software sob medida para o varejo  passa a ser diferencial. As grandes empresas estão saindo do arroz-com-feijão, para levar aos consumidores experiências mais inovadores e efetivas.

Segundo a reportagem “Todo poder ao freguês”, da Revista Exame, a integração entre os ambientes digitais e offline dos varejistas é apontada como uma das cinco tecnologias que transformarão o mundo nos próximos cinco anos. No Brasil, são poucas as empresas que já estão conseguindo integrar os ambientes online e o digital de forma eficiente.

Nesse cenário, o software sob medida passa a ter um papel fundamental, deixando de ser um elemento de “operação” para ser um grande aliado nos processos de consolidação, integração, otimização. Além disso, faz com que as empresas permitam novas estratégias e modelos de negócios essenciais para o sucesso das empresas desse segmento.

 

Fonte: Dextra

Pesquisa: gastos globais com TI devem crescer 2,4% em 2015

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O gasto anual em todo o mundo com Tecnologia da Informação previsto para este ano é de US$ 3,8 trilhões, um aumento de 2,4% em relação a 2014. A projeção, entretanto, ainda fica abaixo das primeiras expectativas levantadas pelo instituto especializado em pesquisa e consulturia no setor, o Gartner Inc., que previa alta de 3,9%.

De acordo com o Gartner, esse começo de temporada em baixa rotação se dá devido à alta do dólar, bem como uma modesta redução nas expectativas de crescimento nos setores de dispositivos, serviços de Tecnologia da Informação e de telecomunicações.

“A mudança na previsão é menos dramática do que possa parecer à primeira vista. O dólar subindo é o principal responsável pela mudança — a constante revisão da moeda, a baixa é de apenas 0,1%”, diz John-David Lovelock, vice-presidente de pesquisas da Gartner. “Excluindo o efeito dos movimentos da taxa de câmbio, o correspondente de crescimento constante da moeda é de 3,7%, o que se compara aos 3,8% das previsões anteriores para o primeiro trimestre”, explica.

Esses números são importarntes porque os indicadores do Gartner Worldwide IT Spending Forecast (“previsão do Gartner para os gastos mundiais em Tecnologia da Informação”) são uma das maiores referências para o mercado, seja em hardware, software, serviços de TI e de telecomunicações.

gastos globais com TI

A taxa de crescimento da despesa de dólares em dispositivos (incluindo PCs, ultramóveis, celulares, tablets e impressoras) para 2015 foi reduzida em 1,3%, caindo para 5,1%. O mercado de smartphones polarizou-se em preços de aparelhos mais simples e mais sofisticados, conhecidos como low-end e high-end, respectivamente. De um lado, o crescimento de telefones premium com preço médio de venda de US$ 478 em 2014 foi dominado pelos aparelhos da Apple. Na outra ponta do espectro, há a alta de aparelhos com Android e outros sistemas operacionais abertos. Esses dispositivos ficaram no segmento de telefonia básica e, em 2014, custaram em média menos de US$ 100. Como resultado, as oportunidades de mercado estão se tornando cada vez mais limitadas para telefones intermediários.

Os gastos com Data Centers devem chegar a US$ 143 bilhões em 2015, uma alta de 1,8% em relação a 2014. O crescimento de aplicações para comunicações empresariais e segmentos de equipamentos de redes corporativas tem aumentado desde a previsão do trimestre anterior, enquanto a expansão dos servidores e setores de armazenamento baseados em controladores externos foi reduzida. Essas mudanças acontecem, segundo o Gartner, devido às extensões dos ciclos de vida e uma antecipada e maior troca de serviços para os baseados em nuvem.

No mercado de software corporativo, os valores devem chegar a um total de US$ 335 bilhões, crescimento de 5,5% em relação a 2014. Queda de preços e consolidação de fornecedores estão entre as expectativas para este ano, devido à feroz competição entre programas baseados em nuvem e os tradicionais, presentes nos aparelhos.

Em particular, há projeção de grande queda do mercado de gerenciamento do relacionamento com o consumidor (CRM), que é uma peça-chave para o setor de nuvem e serve de referência para segmentos como o da automação das forças de venda (SFA). A expectativa é de retração de 25% neste setor até 2018. Isto será causado pelos descontos dos fornecedores de fornecedores locais, que baixarão os preços de ofertas de nuvem para manter a base de clientes. De acordo com o Gartner, também haverá aumento da concorrência de preços de ofertas de nuvem em outras áreas (como sistema de gerenciamento de bancos de dados – DBMS) e infra-estrutura de aplicações e middlewares, embora isso deva acontecer num ritmo mais lento do que com CRM.

Com relação a perspectivas para serviços de TI em 2015, o crescimento deve ser de 2,5%, ante a previsão de 4,1% projetada anteriormente para este primeiro trimestre. Globalmente, as reduções de serviços de suporte para softwares contribuíram desproporcionalmente para uma previsão mais baixa até 2018, por causa das lentas taxas de crescimento projetadas para os softwares corporativos. Regionalmente, as taxas de crescimento em curto prazo tiveram uma ligeira queda na Rússia e no Brasil, devido à baixa nas condições econômicas e incerteza política em ambos os países.

Já sobre gastos com telecomunicações, o setor deverá crescer 0,7% em 2015, com gastos aproximados de US$ 1,638 trilhão. A multiplicidade de fatores tem afetado cada mercado nacional — algumas positivas, outras negativas — e o principal catalisador do crescimento é a redução nas expectativas para a receita de voz móvel em diversos mercados da Europa Ocidental e Oriental (como Áustria e Itália). Isso deve acontecer como consequência do crescente declínio de novos dispositivos vendidos na região durante o período da pesquisa do Gartner.

Uma análise mais detalhada sobre as previsões para o setor de TI neste ano será apresentada durante webconferência “IT Spending Forecast, 4Q14 Update: Digital Business Moments” (“Previsão de Gastos com TI, Atualização 4Q14: Momentos dos Negócios Digitais”), que será apresentado pela Gartner nesta terça-feira (13). O evento irá abordar discussões sobre gastos globais em TI de 2012 até 2018, divididos por dispositivos, sistemas de centros de dados, software, serviços de TI e de telecomunicações. A exibição também deve falar sobre as oportunidades de curto prazo no negócio digital, os novos modelos de negócios e as soluções no setor.

 

Fonte: Canaltech

Como a Gestão de TI pode melhorar a dinâmica de uma imobiliária

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Muitos donos de imobiliária têm alguns destinos certos na hora de investir. É a nova filial, uma pintura nova na matriz, alguns móveis novos, um ar-condicionado para espantar o calor. Investir em infraestrutura é importante – afinal, aquele manjado ditado “casa de ferreiro, espeto de pau” não é muito bom para a imagem. Porém, um tipo de investimento cada vez mais importante e ao qual nem todas as empresas estão atentas é a gestão de TI nas imobiliárias.

A boa gestão tecnológica é importante para pequenas e grandes empresas. Todas elas precisam de uma estrutura, por mais simples que seja, para trabalhar e gerenciar as demandas de corretagem. Você começa usando computadores para e-mails, para acessar seu site e ter acesso a informações do imóveis e para algumas demandas fiscais. Na medida em que sua organização cresce, é preciso lidar melhor com o fluxo de caixa, com o cadastro das propriedades, com as negociações, as demandas de cada corretor e até com a apresentação dos imóveis.

A tecnologia é fundamental para o crescimento de uma imobiliária e reflete diretamente nos lucros. Se você investe pouco ou não investe em soluções tecnológicas, fica mais difícil crescer. Uma boa tecnologia de suporte à gestão de imobiliárias ajuda sua equipe a ganhar tempo. Você pode ver o andamento de cada negociação, qual é o tempo médio de uma venda, quais corretores podem conduzir mais negociações e quais processos devem ganhar prioridade. Dessa forma, você reduz o tempo de venda e melhora o aproveitamento dos seus recursos humanos.

Usar boas tecnologias traz mais controle para o gestor. Para saber se as coisas vão bem, você não precisa parar 10 pessoas. Com uma boa plataforma, é possível ver quais áreas da imobiliária são gargalos de recursos e quais delas são mais lucrativas. Qual time de vendedores bate as metas mais rápido? Que tipo de imóvel dá mais trabalho para ser vendido? Todas essas perguntas dão excelentes ideias para o dono de uma imobiliária.

O investimento também ajuda a dar conta da demanda em épocas de pico. Por exemplo, quando a imobiliária tem uma unidade no litoral e perto do período de verão, o site cai, sem motivos. Até o portal voltar, a unidade provavelmente perdeu muitas locações e negócios. Uma precaução é investir em equipes de TI para gerenciar a infraestrutura.

Cabe também destacar que a gestão de TI costuma viabilizar a inovação na imobiliária. Não se trata apenas de fazer as coisas de um jeito diferente e mais tecnológico, Mas de usar a tecnologia para melhorar processos e vender mais. Muitas imobiliárias pioneiras estão apostando em sistemas diferentes para apresentar imóveis usando tablets e smartphones. O resultado? Um processo de venda mais sofisticado e consultivo. Mais um motivo para compreender a relevância da tecnologia para a dinâmica de negócios do ramo.

 

Fonte: Administradores

5 razões para você investir em aplicativo mobile em vez de em mobile site

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Para mostrar como pode haver dúvida em relação a esse investimento, resolvi fazer dois artigos. O primeiro, este que está lendo, dando 5 razões para você seguir o caminho da criação de um aplicativo. E outro com 5 razões para você investir na criação de um mobile site.

São razões práticas e bem diretas, mas fica a cargo de cada um analisar se elas são importantes a ponto de convencê-los a ir por um ou outro caminho. Cada cenário é um cenário, não tem como ter uma receita mágica… mas disso vocês sabem né? 🙂

A escolha deve ser desenvolver um aplicativo mobile, quando você:

1. Precisa de interatividade

Está pensando em desenvolver um game? Em criar algo que requer muita interação com o usuário, muitas escolhas e alternativas? Pode parar por aqui, sua melhor escolha é um aplicativo, pois é provável que esse projeto tenha melhor performance se usar melhor o hardware do aparelho para uma melhor interatividade com o usuário.

2. Precisa de personalização

Se o seu projeto requer um bom grau de personalização, e não estou falando apenas de nome e fotinha do Facebook, seu caminho é desenvolver um aplicativo.

3. Precisa usar recursos do aparelho

Acelerômetro, câmera, luz da câmera, microfone etc. Se você pretende em seu projeto usar algum tipo de recurso desse tipo, seu caminho é desenvolver um aplicativo. Hoje já existem algumas APIs html5, mas que estão muita novas ainda pra tirar qualquer conclusão, ou contar com isso pra um projeto de sucesso ir pra rua nos dias de hoje.

4. Precisa de performance/acesso offline

Um aplicativo mobile utiliza muito melhor o hardware do smartphone e não precisa de conexão à Internet para rodar. Você não precisa abrir um browser, esperar carregar o site e acessar o que precisa, a navegação é mais fluida, e o carregamento/utilização milhares de vezes mais rápido, e você consegue estar com seu usuário em qualquer lugar.

5. Precisa de qualidade na experiência do usuário

Se você quer impressionar o usuário com uma experiência de uso bem refinada, quer focar na qualidade da interação do usuário com seu projeto, então seu caminho é definitivamente um aplicativo. Por dependerem de conexão muitas vezes, os mobile sites não permitem uma navegação tranquila e rápida, então a experiência é quebrada. Já em aplicativos, tudo está ali, fácil, de rápido acesso e com possibilidades infinitas de interação.

Logicamente, cada ponto desse dá pra virar um artigo completo, com dicas, variáveis e exemplos. Como não dá pra analisar tudo aqui, estou à disposição pra ajudar no que for preciso… é só deixar sua sugestão/dúvida nos comentários.

Abraços e até o próximo artigo!

 

Fonte: iMasters

O que seria uma aplicação online?

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Aplicações online são softwares personalizados que rodam na web. O que significa isso? Isso significa que você pode armazenar, gerenciar, modificar, enviar, receber, processar informações utilizando o poder da conectividade com a Internet utilizando vários usuários, várias estações de trabalho, vários processos de uma só vez. Como o aplicativo é baseado na Web, você não é suscetível a falhas de hardware, vírus ou atualizações de software. Sua aplicação e suas informações estão sendo armazenadas de forma segura em um servidor seguro. Acredite, software baseado na Web é muito mais seguro, uma vez que seus dados estão armazenados com segurança, sempre atualizados, com backup diário dos servidores em um datacenter altamente seguro.

Mobilidade. Você pode trabalhar em casa, no trabalho, em qualquer lugar.

Quando você usa um software baseado na Web, a informação está disponível onde você necessitar. No trabalho, em casa, em um hotel, no escritório de um cliente, mesmo no seu celular. Você precisa apenas de um acesso a internet. E o melhor de tudo? Não é necessário instalar nada, nenhuma atualização de software e servidor, nenhum custo com atualizações de seu parque de máquinas. Basta conectar-se a um navegador web. Além de tudo isso ainda é compatível com todos os sistemas operacionais, como Windons, MacOS e Linux. Simples!

 

Fonte: K2M