As características do mercado, o perfil dos concorrentes, as especificidades do produto: tudo isso é baseado em uma realidade que só a sua empresa possui. Então, por que logo o software que você usa na organização deve ser importado, sendo que foi pensado para outra realidade?

Esse é um grande erro que os empresários ainda cometem, achando que estão levando grande vantagem. Conseguem um bom preço no software, mas sem customização e com inúmeras carências que só um software desenvolvido especificamente para a sua empresa poderia suprir. Veja alguns motivos para adotar um projeto de desenvolvimento de software sob medida para o seu negócio:

Alta customização

Quando a empresa desenvolve seu próprio software, consegue dimensionar as suas prioridades e questões que deverão ser desenvolvidas em um segundo momento. Assim, é possível concentrar esforços no que é urgente, sem desconsiderar aquilo que será importante no futuro. Com um software próprio, consegue-se eliminar as configurações conhecidas como “perfumaria” nos programas-padrão, para investir no que é realmente usado e importante. A possibilidade de customização é muito maior, pois os sistemas são pensados considerando os problemas da empresa, e não em soluções generalistas.

Acesso à informação

Uma empresa contratada para desenvolver um software próprio consegue despender tempo e recursos para entender as necessidades do seu negócio. Ela tem tempo de conversar com gestores, conhecer os processos, entender a ansiedade da diretoria e desenvolver um programa que realmente será útil para aquela realidade.

Essa facilidade dificilmente será encontrada com a contratação de profissionais freelancers, que geralmente têm menos tempo e estrutura para se debruçarem sobre os problemas dos clientes. A segurança e as contrapartidas que uma empresa própria oferece são outras vantagens que contribuem para o sucesso e credibilidade do projeto. Ao final do desenvolvimento você poderá ter a certeza que o seu sistema só existe na sua empresa.

Envolvimento da equipe

Quando uma empresa decide desenvolver seu próprio software, todos os gerentes e chefes de equipe se mobilizam para identificar as melhores formas de deixar a sua área mais eficaz e rentável. Afinal, todos querem que o sistema consiga atender e ajudar nas necessidades de sua área, contribuindo para a geração de melhores resultados. É um momento de envolver as equipes e de esperar melhores soluções para o negócio como um todo.

Economia de recursos

Softwares externos, que são introduzidos na empresa como soluções paliativas, acabam gerando gastos muito maiores com adaptações no sistema ou até mesmo a aquisição de outros softwares complementares. Ao final, o que a empresa consegue formar é um emaranhado de sistemas desarticulados, que não têm “a cara” da empresa e não oferecem nenhum padrão para uso ou garantem a qualidade do atendimento. Aquilo que foi feito para economizar, no final das contas gera mais gastos e dor de cabeça.

Quando a instituição contrata uma empresa que vai assumir o desenvolvimento de seu software, ela está investindo em um negócio que vai garantir vantagens de longo prazo, com muito mais confiabilidade. Além do sistema, a empresa se compromete a treinar as equipes para fazer melhor uso do software, garante assistência técnica com profissionais capacitados e a segurança no cumprimento de contrato no que envolve prazos para execução do projeto e pagamentos.

Este não vai ser um ano fácil para as empresas brasileiras – as condições macroeconômicas continuam desafiadoras, com o último Boletim Focus apontando uma retração de 1,24% no PIB. Em paralelo, temos uma crise hídrica que afeta diretamente nossa capacidade de geração de energia, elevando as tarifas e os custos fixos em todos os setores da economia.

Neste cenário, muitos empresários preferem apertar o cinto e cortar investimentos. Entretanto, a história nos mostra que quem não investe de forma inteligente nos momentos de recessão corre o sério risco de perder competitividade e ficar para trás dos concorrentes quando a economia reagir. A maré ruim há de passar, e quando novas oportunidades de negócios surgirem, as empresas que se mantiveram ágeis vão colher os melhores benefícios. A pergunta é: como realizar investimentos de retorno garantido que impactem a produtividade da sua empresa de forma imediata?

Cada setor tem suas peculiaridades, mas não deve ser surpresa para ninguém que investir em tecnologia é uma das formas mais eficazes de cortar custos e aumentar a produtividade. Isso acontece em especial por causa do ritmo implacável da inovação na indústria de TI, que guiada pela Lei de Moore – que completou 50 anos no último mês de abril – entrega benefícios mensuráveis e impacto positivo nos resultados.

Basicamente, dois grandes pontos são endereçados pela adoção de novas tecnologias, ambos vitais no atual momento do país: o aumento da produtividade por estação de trabalho e a diminuição do consumo de energia elétrica. Um computador de última geração chega a consumir até 50% menos energia do que uma máquina similar com quatro anos de uso. Segundo o instituto de pesquisa Principled Technologies, uma empresa equipada com cinco mil máquinas defasadas chega a perder mais de R$ 1 milhão em quatro anos com gastos desnecessários com energia elétrica. E isso sem contar a economia gerada com a menor necessidade de suporte e manutenção.

Além disso, o maior desempenho de um computador moderno, em comparação com um PC com quatro anos de uso, resulta em uma economia média de mais de seis minutos diários por estação de trabalho. No final de um ano, esse colaborador economizaria 26 horas do seu tempo. Considerando um salário médio de R$2.500,00/mês, este aumento de produtividade pode gerar uma economia adicional de mais R$ 1 milhão.

Existem ainda outros benefícios – quem tem um time de vendas móvel passou a equipar seus colaboradores com tablets, além do tradicional notebook – e estas empresas estão agora percebendo que podem gerar mais valor e diminuir gastos com inventário e licenças de software com a adoção de computadores 2 em 1, que dão ao colaborador o desempenho de um notebook com a versatilidade de um tablet. Com sua popularização e uma consequente queda de preço, esse tipo de equipamento passa a ser uma opção extremamente atraente para os colaboradores externos.

Poderíamos ainda tocar em muitos outros pontos, como a satisfação dos colaboradores, a proteção de dados sensíveis, a modernização das aplicações e sistemas operacionais. No mundo de hoje, onde a computação está no cerne dos negócios e a agilidade determina os vencedores, fica claro que um investimento correto em novas tecnologias pode colocar a sua empresa em uma posição estratégica para surfar pela maré ruim e entrar na onda da retomada do crescimento.

Fonte: Canal Tech

É com grande satisfação que comunicamos o lançamento do nosso novo portal!

O mesmo utiliza as técnicas mais recentes de construção de portais, incluindo a responsividade, que disponibiliza as mesmas páginas em um formato amigável tanto para acesso em computadores quanto em dispositivos móveis como tablets e celulares.

Novo Portal PM 2015

 

Gostaríamos de saber sua opinião, para isso pedimos que deixe se cometário abaixo!

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O varejo é caracterizado pelos grandes desafios e pela alta competitividade entre os players, que geram constantes turbulências no mercado. Os consumidores, da noite para o dia, mudam seus hábitos de compra e o marketing das empresas de varejo se desdobra para entender o comportamento dos clientes. Na tentativa de superar barreiras, as empresas vêm buscando ferramentas que lhe tragam respostas criativas.

Nessa constante busca para solucionar seus problemas, a tecnologia da informação desempenhou, e ainda desempenha, papel importante nesse histórico de evolução do varejo.

A tecnologia introduziu facilidades e proporcionou a utilização de novos conceitos de administração de compras, estoques e distribuição. Porém, isso já é considerado passado e não traz mais diferenciação, muito menos gera qualquer tipo de valor para os consumidores. Precisamos de muito mais!

O setor está entrando em sua fase mais revolucionária. Nunca na história os consumidores tiveram tanta tecnologia nas mãos proporcionando facilmente conhecimento sobre produtos e preços praticados pelas lojas. Os grandes players já perceberam a importância de investimento em software para tornar seus modelos de negócios mais revolucionários. Porém, não é qualquer software que proporciona essa revolução. O desenvolvimento de software sob medida, feito especificamente para cada negócio, é uma das formas mais efetivas de inovação em qualquer mercado. E para o varejo não é diferente.

No Brasil, a C&A é um bom exemplo desse cenário de inovação com software sob medida. A empresa conseguiu convergir o mundo real e o online para criar uma moderna experiência de compra. Uma primeira experiência foi feita na loja do Shopping Iguatemi de São Paulo, na qual o Facebook foi integrado aos cabides da loja física. Os likes dados em cada peça no Facebook, são atualizados em tempo real no cabide.

Pensando em proporcionar uma experiência de compra inovadora, a MeMove é a primeira empresa brasileira de fashion retail a adotar o sistema RFID em toda sua cadeia produtiva. Produtos são monitorados desde o fabricante até sua chegada ao centro de distribuição, às lojas e ao consumidor final. Para otimizar o tempo, durante visita à loja, o cliente tem à disposição o sistema de fast check-out: um caixa expresso para pagamento com cartão de débito ou crédito, que lê à distância o preço das roupas. A empresa tem como desafio disponibilizar a tecnologia, tanto a serviço da loja quanto de seus consumidores, para abrir inúmeras possibilidades de interação do público com o ponto de venda.

Esses são alguns exemplos de como o investimento em software sob medida para o varejo  passa a ser diferencial. As grandes empresas estão saindo do arroz-com-feijão, para levar aos consumidores experiências mais inovadores e efetivas.

Segundo a reportagem “Todo poder ao freguês”, da Revista Exame, a integração entre os ambientes digitais e offline dos varejistas é apontada como uma das cinco tecnologias que transformarão o mundo nos próximos cinco anos. No Brasil, são poucas as empresas que já estão conseguindo integrar os ambientes online e o digital de forma eficiente.

Nesse cenário, o software sob medida passa a ter um papel fundamental, deixando de ser um elemento de “operação” para ser um grande aliado nos processos de consolidação, integração, otimização. Além disso, faz com que as empresas permitam novas estratégias e modelos de negócios essenciais para o sucesso das empresas desse segmento.

 

Fonte: Dextra

 

 

 

Viajar talvez seja uma das coisas mais prazerosas da vida, mas ao mesmo tempo em que associamos viagem a descanso e curtição, estamos também muito expostos a problemas e situações inesperadas. Segundo Walter Longo, mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm, “viagens, em geral, causam ao mesmo tempo estresse emocional, mental e físico”, e por isso futuramente “viajar talvez seja visto como algo tão nocivo à saúde quanto hoje é fumar”.

Complementando esta visão, Jim Cunningham, diretor de RH da Disney, deixou bem claro que um momento trágico durante a experiência de viagem do turista requer outros 38 bons momentos para restabelecer a sua satisfação. E mais que isso, afirmou que a fidelização é consequência de “momentos mágicos” que foram vividos durante a viagem. Ou seja, aquele momento inesquecível no restaurante, no hotel ou no parque são fatores decisórios para a decisão de voltar ou não a um lugar, independente do preço.

Então, para nós do universo de TI, a pergunta que fica é: como o meio digital pode facilitar o dia-a-dia dos turistas e auxiliar na tarefa de proporcionar momentos mágicos a eles?

A depender da visão de Lee McCabe, Diretor Global de Serviços Estratégicos de Viagens e Consumo do Facebook, a resposta é uma só: Mobile. Mais precisamente Apps mobile (aplicativos para smartphones). Os usuários de smartphones gastam 3 horas diárias nos celulares e 86% deste tempo utilizando Apps! Não é a toa que segundo Roland de Bonadosa, CEO da Accor Américas & Caribe, a rede de hotéis está investindo 175 milhões de dólares em estratégia digital, o que inclui o desenvolvimento de diversos Apps voltados para hóspedes e gestores dos hotéis.

Mas existem dois grandes desafios: como ser encontrado no universo atual de mais de três milhões de Apps disponíveis e, posteriormente, como reter usuários. Ainda segundo Lee McCabe, o segredo é desenvolver soluções simples (“Single purpose mobile apps” ou Apps de propósito único) que tenham um contexto de uso bem definido e que tenha uma usabilidade simples, intuitiva e atraente.

Assim sendo, ficou muito clara a tendência de investimento em soluções mobile que proporcionem uma melhor experiência de turismo aos viajantes. Isso significa um mundo de oportunidades para nós, empreendedores do mundo digital.

E então? Que App você vai desenvolver hoje?

 

Fonte: Canaltech

Mobilidade por quê?

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Poucos de nós ainda se arriscam em uma viagem longa ou saímos à procura de um lugar desconhecido apenas com um endereço anotado em papel. Abandonamos quase por completo o costume do ‘onde é que fica’ e aos poucos vamos nos esquecendo da funcionalidade do telefone fixo. Na era das tecnologias móveis tudo que é fixo quase não tem espaço no cotidiano.

E se conseguimos otimizar tarefas simples com o apertar de botões, por que companhias e empresas insistem em processos morosos e ineficientes, que dificultam muitas vezes o desenvolvimento básico das funções e serviços? A meu ver, é quase inimaginável prestar serviços ainda sob moldes antigos. Uma cena pitoresca, por exemplo, é a visita de um técnico de internet ser adiada porque o mesmo não encontrou o endereço do cliente, ou pior, qualquer modificação requerida no momento da visita ter de ser feita em um prazo de 72 horas, porque é preciso que o técnico retorne a central para registrar a solicitação.

Agora, uma transportadora com um aplicativo corporativo pode controlar seus estoques, o fluxo de saída, planejar suas cargas, cruzar dados, desviar as rotas de entrega para melhorar prazos. Além disso, pode otimizar o transporte utilizando espaços disponíveis. Há plataformas, que auxiliam empresas no caso de compartilhamento de cargas, diminuindo desperdícios em um setor marcado por centenas de contêineres vazios cruzando o país.

Um aplicativo que viabilize a compra de um produto de forma mais ágil, um programa que agilize o processamento de informações, um aparelho que emita uma ordem de serviço on-line e mais, que permita ao cliente consultá-la sempre que necessário, e o exemplo há pouco citado, são apenas algumas entre as inúmeras possibilidades.

Um empecilho recorrente é o temor da não adaptação. Muitas empresas rejeitam aplicativos móveis corporativos na incerteza de que seus funcionários possam lidar com o novo. Claro que a capacitação e o treinamento precisam fazer parte do plano de implantação de qualquer novo método dentro do negócio e, no caso da tecnologia mobile esses processos devem ser reciclados com frequência. Ainda que a preocupação seja válida, disponibilizar aos funcionários conhecimento e formas inovadoras de atender ao cliente desenvolve o capital humano da empresa, que por sua vez interfere positiva e diretamente nos lucros.

Por fim, um empreendimento que queira se manter forte precisa acompanhar as mudanças que o cercam e adaptar-se a seus clientes. Segundo o estudo IDC Mobile Phone Tracker Q3, a venda de celulares inteligentes ultrapassou 15 milhões de unidades no terceiro trimestre de 2014. Um crescimento de 49%, quando no mesmo período o número de vendas de computadores e notebooks diminuiu 25% em relação ao ano anterior.

A chegada do século XXI e o desenvolvimento tecnológico interferiram em dinâmicas sociais, econômicas e culturais em todo o planeta. Na evidência de que estar em constante movimento é o que rege pessoas, mercados e governos, a empresa que ignora ou não reconhece a potencialidade das tecnologias móveis fica, realmente, parada no tempo.

 

Fonte: Canaltech

Desempenho: um diferencial competitivo para apps

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O termo “tolerância zero” descreve bem o grau de paciência dos usuários com relação a aplicativos móveis com performance deficiente. Segundo pesquisa do Institute of Management Studies (IMS), quase 90% dos usuários já desinstalou um app após ter uma experiência negativa.

Apesar da falta de dados similares no Brasil, o estudo apresentado pelo Mobile Entertainment Forum (MEF), em novembro, indica forte crescimento do Mobile Banking e Mobile Commerce no País (52% e 62% de penetração, respectivamente), o que reforça a importância de garantir uma experiência de uso adequada ao usuário. Pesquisa da CA Technologies mostra que um aplicativo tem, em média, 1,8 segundo para conquistar um usuário.

A Economia dos Aplicativos faz-se cada vez mais presente, uma vez que todo negócio hoje, seja qual for o segmento, depende de software para prosperar. Mas, se por um lado nunca foi tão fácil desenvolver um app devido à variedade de plataformas disponíveis, por outro o mercado nunca esteve tão saturado de soluções sem real apelo aos usuários. Assim, a fidelidade do público tende a se concentrar em um número muito restrito de apps que efetivamente agregam valor ao dia-a-dia de forma funcional, enquanto a maioria dos lançamentos cai no esquecimento muito rapidamente.

Nesse contexto, as soluções de APM (Application Performance Management) voltadas para a mobilidade ganham espaço entre organizações que desenvolvem apps. Empresas de todo o tipo e porte contam com ferramentas de APM há anos para gerar uma visão “fim-a-fim” dos múltiplos elementos que compõem transações e detectar a “causa raiz” de deficiências. As soluções mais robustas podem até mesmo identificar linhas de código com problemas, permitindo que as equipes de TI atuem de forma precisa para evitar reclamações “genéricas” dos usuários, como, por exemplo, de lentidão na rede.

O “app perfeito” não deve ser visto necessariamente como um destino, mas sim como uma jornada. Dessa forma, para criar um ciclo virtuoso de melhorias e atuar de forma proativa, é fundamental monitorar o desempenho dos sistemas e processos que impactam a performance, bem como criar alertas automáticos. Afinal, por mais que a equipe de desenvolvimento tenha testado um novo app antes do lançamento, é fundamental estar preparado para “crashes”, que por sua vez devem ser entendidos na sua totalidade para suportar novas versões.

Além do aspecto técnico, um desdobramento do Mobile APM está relacionado com a capacidade de alavancar os dados de uso de apps (mobile app analytics). Várias soluções nesse segmento disponibilizam informações do tipo “quem” usa uma determinado app , “onde” e “quando” o acesso é realizado e “qual” o tipo de funcionalidade mais usada. Com o APM, essas análises poderão ir mais longe e eventualmente “cruzar” padrões de uso com performance, como por exemplo verificar se a incidência de “crash” é maior ou menor entre “heavy users”.

As soluções mais inovadoras integram APM com “Mobile APM” e têm o potencial de prover uma visão integrada de múltiplos ambientes e acompanhar como eles interagem entre si. Assim, essa convergência pode reduzir a complexidade de gestão, apoiar no desenvolvimento de aplicações (móveis ou não) cada vez melhores e gerar maior fidelidade dos usuários. Do contrário, marcas que optaram por investir em apps correm o risco de não ver o retorno esperado de suas ações, bem como de frustrar os clientes atuais e potenciais.

A tendência de migração do tráfego de internet móvel de sites para apps é um fato. Além de facilitar a vida dos usuários de forma original, apps de sucesso têm em comum uma grande preocupação com o desempenho. Essa é a realidade de um segmento cada vez mais exigente.

Fonte: Canaltech

Apps corporativos para alavancar resultados

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Segundo pesquisa recente feita pelo IDC, em 2013 o número de smartphones cresceu 110% em relação ao ano anterior e, consequentemente, os aplicativos estão ganhando cada vez mais importância na vida das pessoas. Usamos apps para melhorar nossa produtividade, encontrar antigos amigos, fazer transações bancárias e até praticar exercícios físicos. O uso de aplicativos ajuda a melhorar a vida das pessoas pois funcionam como um pequeno gatilho, lembrando-as de realizar determinadas atividades e oferecendo pequenas recompensas, que funcionam mesmo sendo virtuais.

Os aplicativos móveis são bons para as pessoas e podem ser decisivos para as empresas. O mercado de apps corporativos oferece soluções robustas, capazes de gerenciar milhares de dados. Com funções diferentes, cada aplicativo pode ser desenvolvido ou adaptado à necessidade de um determinado setor. Mais do que enviar lembretes e conectar pessoas, os aplicativos corporativos podem atuar na logística, na organização das equipes ou no cadastramento de vendedores e consumidores, por exemplo. A verdade é que não existe um limite: para cada problema é possível desenvolver uma solução.

Os aplicativos corporativos representam ganhos inquestionáveis para as empresas. Pode ser através do aumento do lucro, diminuição de tempo ou melhoria na qualidade. Um app bem estruturado e desenvolvido com exatidão certamente será uma aquisição positiva para sua empresa. Com ele é possível diminuir o número de profissionais envolvidos em determinadas atividade, pois o próprio app pode realizar a comunicação e a conexão entre estes profissionais e a sua empresa.

Imagine que você tenha um certo número de vendedores que visitam pontos de venda diariamente. É possível usar um aplicativo para saber sua localização exata em tempo real, conectar os vendedores ao banco de dados da empresa (mesmo em locais onde a internet 3G não funcione muito bem) e agilizar as vendas. Nada de papéis ou formulários: tudo é feito diretamente pelo aplicativo e as informações chegam na hora para a organização.

Pense agora na sua empresa. Qual processo poderia ser automatizado? Qual etapa poderia ser eliminada? Que função seria melhor desempenhada com um pouco mais de tecnologia? A resposta para essas questões pode não ser óbvia, mas com criatividade e experiência é possível resolver problemas e agilizar o que já está funcionando bem.

Além disso, existem outros dois pontos interessantes a serem analisados: sustentabilidade e percepção do público. Pode parecer inofensivo, mas cada papel que pudermos eliminar dos processos das nossas empresas faz a diferença no nosso ecossistema. Em uma pequena empresa isso pode parecer banal, mas pense nas grandes organizações, com filiais em diversas cidades. Digitalizar todos os processos possíveis agiliza o trabalho de sua equipe e contribui para o meio ambiente. Essa é uma atitude interessante para a empresa e que é vista com bons olhos pelo seu cliente.

Pensando no cliente, qual imagem ele deve fazer de uma empresa que ainda utiliza formulários de papel, que ainda tem dificuldades em integrar sua equipe externa e interna ou que não consegue acessar dados importantes quando faz uma visita?

As pessoas estão cada vez mais tecnológicas, muitas abandonaram seus livros para utilizar e-readers e fazem suas anotações no próprio smartphone. Por que ela escolheria uma empresa que não acompanha os progressos da tecnologia? Muitas vezes o cliente não conhece a real complexidade de um aplicativo corporativo, mas a sua utilização proporciona uma experiência positiva para o cliente, seja ele B2C ou B2B.

Por trás desta importante ferramenta para sua empresa precisa existir uma equipe comprometida com a qualidade do seu trabalho. Para desenvolver uma solução dentro das grandes corporações, é preciso escolher uma boa empresa que, preferencialmente, já tenha desenvolvido alguma solução parecida para outras empresas.

Dessa forma você já fica sabendo como é a sua conduta, como funciona a manutenção e se seus profissionais são acessíveis. Essa equipe precisa ser uma verdadeira aliada para os seus negócios, pois ela será responsável por desenvolver uma ferramenta que certamente trará grandes resultados para o seu negócio.

 

Fonte: Canaltech

Pesquisa: gastos globais com TI devem crescer 2,4% em 2015

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O gasto anual em todo o mundo com Tecnologia da Informação previsto para este ano é de US$ 3,8 trilhões, um aumento de 2,4% em relação a 2014. A projeção, entretanto, ainda fica abaixo das primeiras expectativas levantadas pelo instituto especializado em pesquisa e consulturia no setor, o Gartner Inc., que previa alta de 3,9%.

De acordo com o Gartner, esse começo de temporada em baixa rotação se dá devido à alta do dólar, bem como uma modesta redução nas expectativas de crescimento nos setores de dispositivos, serviços de Tecnologia da Informação e de telecomunicações.

“A mudança na previsão é menos dramática do que possa parecer à primeira vista. O dólar subindo é o principal responsável pela mudança — a constante revisão da moeda, a baixa é de apenas 0,1%”, diz John-David Lovelock, vice-presidente de pesquisas da Gartner. “Excluindo o efeito dos movimentos da taxa de câmbio, o correspondente de crescimento constante da moeda é de 3,7%, o que se compara aos 3,8% das previsões anteriores para o primeiro trimestre”, explica.

Esses números são importarntes porque os indicadores do Gartner Worldwide IT Spending Forecast (“previsão do Gartner para os gastos mundiais em Tecnologia da Informação”) são uma das maiores referências para o mercado, seja em hardware, software, serviços de TI e de telecomunicações.

gastos globais com TI

A taxa de crescimento da despesa de dólares em dispositivos (incluindo PCs, ultramóveis, celulares, tablets e impressoras) para 2015 foi reduzida em 1,3%, caindo para 5,1%. O mercado de smartphones polarizou-se em preços de aparelhos mais simples e mais sofisticados, conhecidos como low-end e high-end, respectivamente. De um lado, o crescimento de telefones premium com preço médio de venda de US$ 478 em 2014 foi dominado pelos aparelhos da Apple. Na outra ponta do espectro, há a alta de aparelhos com Android e outros sistemas operacionais abertos. Esses dispositivos ficaram no segmento de telefonia básica e, em 2014, custaram em média menos de US$ 100. Como resultado, as oportunidades de mercado estão se tornando cada vez mais limitadas para telefones intermediários.

Os gastos com Data Centers devem chegar a US$ 143 bilhões em 2015, uma alta de 1,8% em relação a 2014. O crescimento de aplicações para comunicações empresariais e segmentos de equipamentos de redes corporativas tem aumentado desde a previsão do trimestre anterior, enquanto a expansão dos servidores e setores de armazenamento baseados em controladores externos foi reduzida. Essas mudanças acontecem, segundo o Gartner, devido às extensões dos ciclos de vida e uma antecipada e maior troca de serviços para os baseados em nuvem.

No mercado de software corporativo, os valores devem chegar a um total de US$ 335 bilhões, crescimento de 5,5% em relação a 2014. Queda de preços e consolidação de fornecedores estão entre as expectativas para este ano, devido à feroz competição entre programas baseados em nuvem e os tradicionais, presentes nos aparelhos.

Em particular, há projeção de grande queda do mercado de gerenciamento do relacionamento com o consumidor (CRM), que é uma peça-chave para o setor de nuvem e serve de referência para segmentos como o da automação das forças de venda (SFA). A expectativa é de retração de 25% neste setor até 2018. Isto será causado pelos descontos dos fornecedores de fornecedores locais, que baixarão os preços de ofertas de nuvem para manter a base de clientes. De acordo com o Gartner, também haverá aumento da concorrência de preços de ofertas de nuvem em outras áreas (como sistema de gerenciamento de bancos de dados – DBMS) e infra-estrutura de aplicações e middlewares, embora isso deva acontecer num ritmo mais lento do que com CRM.

Com relação a perspectivas para serviços de TI em 2015, o crescimento deve ser de 2,5%, ante a previsão de 4,1% projetada anteriormente para este primeiro trimestre. Globalmente, as reduções de serviços de suporte para softwares contribuíram desproporcionalmente para uma previsão mais baixa até 2018, por causa das lentas taxas de crescimento projetadas para os softwares corporativos. Regionalmente, as taxas de crescimento em curto prazo tiveram uma ligeira queda na Rússia e no Brasil, devido à baixa nas condições econômicas e incerteza política em ambos os países.

Já sobre gastos com telecomunicações, o setor deverá crescer 0,7% em 2015, com gastos aproximados de US$ 1,638 trilhão. A multiplicidade de fatores tem afetado cada mercado nacional — algumas positivas, outras negativas — e o principal catalisador do crescimento é a redução nas expectativas para a receita de voz móvel em diversos mercados da Europa Ocidental e Oriental (como Áustria e Itália). Isso deve acontecer como consequência do crescente declínio de novos dispositivos vendidos na região durante o período da pesquisa do Gartner.

Uma análise mais detalhada sobre as previsões para o setor de TI neste ano será apresentada durante webconferência “IT Spending Forecast, 4Q14 Update: Digital Business Moments” (“Previsão de Gastos com TI, Atualização 4Q14: Momentos dos Negócios Digitais”), que será apresentado pela Gartner nesta terça-feira (13). O evento irá abordar discussões sobre gastos globais em TI de 2012 até 2018, divididos por dispositivos, sistemas de centros de dados, software, serviços de TI e de telecomunicações. A exibição também deve falar sobre as oportunidades de curto prazo no negócio digital, os novos modelos de negócios e as soluções no setor.

 

Fonte: Canaltech

Aplicativos móveis – instalado hoje, amanhã não mais?

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Há muitos anos sua empresa decidiu investir em um novo canal de relacionamento com seus clientes. O primeiro aplicativo móvel foi desenvolvido e lançado. Naquela época, você foi um dos primeiros a investir em aplicativos móveis. Hoje sua visão de mobilidade está madura e você compreende claramente o seu papel para o negócio. Mas depois de tantas versões, você tem se preocupado em analisar os comentários dos seus usuários com relação a utilidade do aplicativo? Você acompanha quantas vezes seu aplicativo é instalado e removido logo em seguida? Tem algo errado com sua estratégia móvel?

Hardware

Pra começar, vamos falar sobre o elemento básico dos aplicativos móveis: o hardware onde serão executados. Mesmo que entendamos o mercado e as tendências sobre que plataformas ou sistemas operacionais são mais relevantes, existem outras variáveis que também direcionam a aquisição de hardware pelo usuário final. O preço, a facilidade de ter mais de um chip no mesmo aparelho, TV Digital, câmeras super potentes, são exemplos de fatores que criam mercados, não necessariamente de hardware de ponta, mas que podem ser o seu mercado. O impacto destas variáveis na sua estratégia móvel pode ser devastador: aposte na tecnologia errada e o sucesso pode nunca chegar. Hoje em dia, hardware tem sido a parte mais fácil: IOS, Android e Windows Phone dominam o mercado, mas há outros fatores a serem considerados.

Espaço

Novos tipos de sensores trazem tornam a cada dia o trabalho de desenhar aplicativos móveis um grande desafio, dada a quantidade de possibilidades disponíveis para explorar. Trazem para o usuário final aplicativos realmente inovadores, nativos e que exploram o máximo das funcionalidades existentes. Dispositivos Android têm uma vasta gama de modelos, funcionalidades e configurações. Existem também diversos modelos rodando IOS, também com grandes variações de funcionalidades e limitações. Nem sempre o aplicativo mais inovador é aquele que explora ao máximo os sensores do aparelho. E explorar novas opções de sensores, significa também que seu aplicativo vai ficar restrito ao hardware que embarcar estes novos sensores.  O número de aplicativos para estas duas plataformas tem crescido exponencialmente, deixando o usuário final repleto de opções e com a dura tarefa de decidir o que realmente instalar no seu smartphone. Vão levar vantagem os aplicativos que trouxerem as melhores experiência para o usuário.

Eu, pessoalmente, uso meu celular para tirar fotos, ver e-mails, gravar vídeos, acompanhar minhas atividades físicas, como agenda, para escutar música, ver filmes, controlar a TV, entre outros. Esta tendência de uso, muito comum em todos os usuários, principalmente dos modelos mais sofisticados, acaba gerando um novo problema: falta de espaço. Para os usuários do IOS, não existe como aumentar o espaço. E mesmo para os dispositivos Android que aceitam cartões de memória existe um limite. Parece que os habituais 16gb da maioria dos smartphones já não são suficientes, e a situação só tende a piorar. E eis que chega o derradeiro dia, onde você recebe a mensagem de que não há mais espaço para armazenamento, e você precisa fazer uma limpeza. Fotos e vídeos menos importante são sempre os primeiros alvos, mas só isso não resolve o problema. É preciso remover alguns aplicativos e eu normalmente começo revisando os aplicativos que:

  • Eu nunca uso: Sim, isso acontece. Instalamos por impulso, por indicação de alguém, por um anuncio, mas na verdade nunca chegamos a usar, provavelmente porque nunca foi necessário.
  • Eu não gostei: existem diversas razões para não se gostar de um aplicativo (fora, claro, as birras pessoais): experiência do usuário muito pobre, interface pouco intuitiva e muito complexa, falta de boas funcionalidades, lentidão, navegabilidade ruim. Se o aplicativo cai em uma das condições que acabei de descrever, vou considerar com carinho sua remoção. Mais de uma condição combinada gera remoção imediata!
  • Eu teria uma experiência melhor usando a versão web ao invés do aplicativo móvel: depois de usar e testar bastante, ficou claro que não teria razão para ter um aplicativo móvel que fazer o mesmo que o website sem proporcionar nenhuma experiência diferenciada. Se no passado a onda era ter a aplicação nativa para dar um pouco mais de conforto e segurança ao usuário, esta época já passou. Na hora de escolher que aplicativo remover, este com certeza está na lista. Um aplicativo móvel hoje já gera expectativa de trazer algo diferenciado, como os demais concorrentes já fazem. Não corresponder a esta expectativa do usuário pode pôr em risco todo o projeto.

Quando eu removo o aplicativo da sua empresa, todo o investimento feito ao longo de anos em estratégia móvel para aquele aplicativo se evapora instantaneamente.

Remoção

Então, como podemos diminuir as chances de ter o seu aplicativo na lista de remoção? Segue uma lista que poderá ajudá-lo:

  • Seu aplicativo móvel deve criar uma experiência única para seus usuários. O que não significa necessariamente que você precisa explorar ao máximo os sensores, até porque isso também pode limitar a quantidade de usuários dependendo do sensor em questão. Use a mobilidade para criar interações que não são possíveis via website ou mesmo ao vivo. E tenham em mente que muitos aplicativos de sucesso combinam informações de comportamento e hábitos que não necessariamente vêm do aplicativo móvel. Comandos por voz, uso com apenas um dedo, mensagens push baseadas no interesse do usuário, menus intuitivos, são um bons exemplos de boas práticas. Uma experiência única e convincente, deve deixar o sentimento no seu usuário de que ele jamais pode viver sem aquele aplicativo.
  • O aplicativo precisar ser pequeno e rápido.Tenha em mente que existem hoje muito modelos de dispositivos móveis diferentes para todo tipo de público, cada um com tipos distintos de processadores e com desempenho que varia bastante. O usuário não entende que uma resposta lenta pode ser relacionada ao hardware – eles sempre culpam o aplicativo. Dependendo do público alvo, vale a pena pensar em versões mais ágeis e que consequentemente gerarão uma experiência melhor.
  • Teste seu aplicativo incansavelmente antes de colocá-lo no mercado.O teste tem um papel importantíssimo no sucesso de um aplicativo móvel. Aplicativos que falham e terminam anormalmente são rapidamente removidos. A cada versão do aplicativo, as avaliações dos usuários são apagadas e um novo ciclo começa. O sucesso de ontem pode ser facilmente apagado por uma versão mal testada. Para novos usuários, pode significar uma rejeição pelas próximas versões, mesmo que as mesmas operem normalmente. E para seus usuários cativos, pode significar uma diminuição permanente em sua quantidade.
  • Interações com seus usuários devem ser proativas e relevantes. Use mensagens push para oferecer promoções e serviços, solicitar comentários e para ter certeza que seu usuário se sente realmente importante pra você. Mas tenha cuidado: entenda o comportamento e os hábitos do seu usuário de forma a criar interações que sejam realmente relevantes para ambos os lados.
  • Acompanhe e entenda o histórico de utilização do seu aplicativo.Existem muitas ferramentas no mercado para monitorar as falhas, instalações e remoção, gerando métricas que ajudarão a entender o comportamento do usuário.

O mercado móvel é muito dinâmico e sua estratégia móvel precisa ser revisada e reavaliada periodicamente. Nunca pense que tudo está sob controle. Num mercado onde tudo acontece muito rápido, uma nova tecnologia pode estar logo ali na próxima esquina. Antecipe-se às mudanças, entenda o desempenho dos seus aplicativos e mantenha-se sempre próximo ao seu usuário. Será a melhor maneira de manter seus usuários satisfeitos e o caminho para atingir os objetivos em mobilidade da sua empresa.

 

Fonte: TI Especialistas